O material indicado, trata-se de uma dissertação de mestrado e destaca alguns pontos sobre a Autoavaliação:

Entre as várias formas de regulação possíveis, a autoavaliação desempenha um papel privilegiado, em virtude de, neste caso, a regulação ser implementada pelo próprio aluno.

Só “olhando-se” criticamente, autoavaliando-se, será possível ao aluno selecionar as pistas que lhe permitam organizar as suas aprendizagens futuras. Com um papel acima de tudo orientador, o professor deve permitir ao aluno que assuma muitas das responsabilidades que antes eram suas. 

Quando realiza a autoavaliação o aluno desenvolve uma interação crítica consigo próprio.

I. 1a fase: o aluno estabelece a comparação entre aquilo que fez e aquilo que se esperava que fizesse, dando conta das várias diferenças 

II. 2a fase: o aluno age de forma a reduzir ou eliminar essas diferenças

Na verdade, a autoavaliação já se manifesta em cada indivíduo de forma espontânea, mas o seu aperfeiçoamento requer tempo, prática e intencionalidade.

A evolução da avaliação tem sido acompanhada de uma alteração da forma como o professor se posiciona, face aos erros dos seus alunos – erro para punir ou erro para diagnosticar?

Ao invés de fazer um julgamento, uma avaliação ou mesmo um aconselhamento, o feedback deve fornecer uma informação objetiva e rigorosa sobre a forma como foi desempenhada uma tarefa que visava cumprir um determinado objetivo. 

O feedback adequado, fornecido pelo professor, pelos pares ou pela família, ajuda o aluno a identificar os seus acertos, mas também os seus erros, o que já está aprendido ou que ainda precisa de ser trabalhado. 

Só modificará o seu comportamento o aluno que for capaz de identificar o que ainda não executa corretamente. 

Esta identificação leva ao autoconhecimento o qual, por sua vez, promove as mudanças comportamentais a introduzir no processo de ensino e aprendizagem.

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Publicado por: Karina Abe

Instituição: Cruzeiro do Sul
Área de Conhecimento: Saúde